
Pergunta-se pela dor, pelo exercício, pela medicação. Pergunta-se menos pelo sono — e o sono é das poucas variáveis com efeito consistente sobre a dor e sobre a capacidade de recuperar.
A dor estraga o sono, e o sono mau baixa a tolerância à dor no dia seguinte. Como cada um alimenta o outro, tratar apenas um dos lados costuma render pouco. É por isso que a conversa sobre o sono faz parte da avaliação e não é um extra simpático.
Não há uma posição correcta universal. Há posições mais confortáveis para uma dada queixa — de lado com uma almofada entre os joelhos numa lombalgia, com o braço apoiado numa queixa de ombro — e a melhor almofada é a que mantém o pescoço alinhado sem forçar. Se acorda pior do que se deitou, vale a pena ajustar; se acorda bem, não há nada a corrigir.
O ganho de um estímulo de exercício não acontece durante o esforço, acontece a seguir. Um plano com sessões suficientes e descanso insuficiente produz cansaço acumulado e queixas — e é frequentemente confundido com falta de progresso, quando é excesso de dose.
Ressonar com pausas na respiração, sonolência marcada durante o dia, ou insónia persistente há meses são situações para avaliar clinicamente. Quando o peso emocional é a parte principal, o acompanhamento em psicologia faz parte do plano.
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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