Calor, hidratação e exercício: ajustar o plano no verão

Garrafa de água e toalha enrolada sobre um banco de jardim ao sol da manhã

Com calor, o mesmo treino deixa de ser o mesmo treino. O corpo passa a gastar parte do esforço a arrefecer-se, o coração trabalha mais para a mesma velocidade, e o plano de maio não serve tal e qual em agosto.

Ajustes que fazem sentido

  • Treinar cedo de manhã ou ao fim do dia, e evitar as horas centrais;
  • reduzir intensidade e manter a duração, ou o contrário — mas não manter os dois;
  • procurar sombra e piso que não devolva calor;
  • roupa leve e clara, e proteger a cabeça;
  • beber ao longo do dia e não apenas durante o treino.

Aclimatação existe

O corpo adapta-se ao calor ao longo de uma a duas semanas de exposição regular: transpira-se mais cedo e de forma mais eficiente. Isso significa que os primeiros dias de calor são os mais exigentes, e que não vale a pena julgar a forma física pelo desempenho nessa semana.

Sinais de alarme

Deixar de transpirar, pele quente e seca, dor de cabeça intensa, náusea, confusão, tonturas marcadas ou cãibras generalizadas são motivo para parar imediatamente, arrefecer e procurar ajuda. Isto vale sobretudo para pessoas mais velhas, para crianças e para quem toma medicação que altera a resposta ao calor.

Quem tem mais a ganhar em ajustar

Quem faz medicação para a tensão arterial ou diuréticos, quem tem doença cardiovascular ou respiratória, e quem está em reabilitação e não quer perder semanas. Nestes casos, treinar dentro de água é frequentemente a melhor forma de manter o plano no verão — a temperatura é estável e a carga é controlável. É uma das razões pelas quais a fisioterapia aquática ganha peso nesta altura do ano.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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