Num ambiente adequado à criança e pais realiza-se intervenções nas áreas:
Neurológica
Ortopedia
Respiratória
Traumatológica
Fisioterapia pensada para crianças
A fisioterapia pediátrica acompanha o movimento numa fase em que ele ainda está a formar-se. Não é uma versão reduzida da fisioterapia de adultos: o corpo da criança está em crescimento, as metas mudam de mês para mês e o trabalho faz-se sobretudo através da brincadeira, porque é assim que uma criança aprende um gesto novo e o repete vezes suficientes para o fixar.
Quando os pais nos procuram
Nas quatro áreas indicadas acima, os motivos mais frequentes são atrasos ou assimetrias no desenvolvimento motor, alterações do tónus, dificuldades de equilíbrio e coordenação, alterações posturais e da marcha, quadros ortopédicos e traumatológicos, recuperação após imobilização ou cirurgia e condições respiratórias com secreções que a criança ainda não sabe expelir sozinha. Muitas famílias chegam encaminhadas pelo pediatra ou pelo médico de família; outras chegam com uma dúvida antes de haver diagnóstico, e essa dúvida também merece ser avaliada.
Como trabalhamos
A primeira sessão é de avaliação e observação, feita num ambiente adequado à criança e com os pais presentes. Definido o plano, o trabalho é feito em sessões curtas e regulares, com exercícios apresentados como jogo, e prolonga-se em casa: parte do que ensinamos é dirigido aos pais, porque são eles que passam o resto da semana com a criança e que transformam um exercício numa rotina. O plano é revisto com regularidade e articulado, quando faz sentido, com a
Terapia Ocupacional e a
Terapia da Fala da equipa.
O que esperar
Os progressos em pediatria medem-se em conquistas concretas — rolar, sentar, gatinhar, subir um degrau sem apoio, aguentar uma manhã de escola sem se cansar — e não numa escala abstrata. Explicamos sempre aos pais o que estamos a trabalhar e porquê, e o que devem observar entre sessões.