
O regresso ao trabalho é uma etapa da reabilitação e não o momento em que ela acaba. Tratado como uma etapa — com preparação, progressão e reavaliação — corre bem mais vezes.
Vale a pena descrever a função com detalhe: quanto tempo de pé, que pesos, que alturas, que repetições, que turnos, quanto tempo de condução. Um regresso preparado começa por treinar precisamente esses gestos, com carga crescente, nas semanas anteriores. Quem só treina exercícios genéricos chega ao primeiro dia sem saber se aguenta o que vai ser pedido.
As primeiras semanas custam quase sempre, e esse cansaço não significa que foi cedo demais. O que merece atenção é a queixa que reaparece com o padrão anterior, que piora ao longo da semana em vez de estabilizar, ou que obriga a compensar com outra parte do corpo.
Depois de uma ausência longa há receio de não conseguir, receio de nova lesão, e por vezes uma relação difícil com o próprio posto de trabalho. Ignorar essa parte atrasa o regresso tanto quanto uma queixa mal resolvida — e é uma das situações em que o acompanhamento em psicologia muda o desfecho.
Quando é preciso uma prescrição formal de tratamentos e uma orientação escrita do programa, a consulta indicada é a de fisiatria. O trabalho sobre o gesto profissional faz-se na fisioterapia anti-stress laboral.
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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