Frio ou calor? Um guia curto para os primeiros dias

Toalhas de algodão dobradas e saco de gel sobre uma bancada clara

É a pergunta mais frequente e a que tem a resposta mais curta: depende do que se quer conseguir. E a diferença entre os dois é menor do que a discussão à volta deles.

Frio

Costuma ajudar nas primeiras 48 a 72 horas depois de uma lesão aguda, ou depois de uma actividade que agravou uma zona inflamada. Serve sobretudo para reduzir dor e desconforto. Aplica-se com uma barreira entre o frio e a pele, durante períodos curtos, com intervalos.

Calor

Costuma ajudar em rigidez, em contracturas musculares e em queixas antigas em que a região está tensa e pouco móvel. Aplicado antes de mover, torna o movimento mais fácil de iniciar. Não se aplica sobre zonas inchadas e quentes, nem sobre pele com sensibilidade alterada.

Cuidados que valem para os dois

  • Nunca directamente sobre a pele, e nunca a adormecer com a aplicação em cima;
  • períodos curtos e repetidos são melhores do que uma aplicação longa;
  • atenção redobrada se tem diabetes, alterações de sensibilidade, problemas circulatórios ou a pele frágil;
  • se agrava, é para retirar — sem discussão.

O que nenhum dos dois faz

Nem o frio nem o calor recuperam força, amplitude ou controlo. São medidas de conforto que abrem espaço para o que resolve: mover, carregar progressivamente, e voltar à actividade. Usar frio ou calor durante semanas sem que nada mais mude é sinal de que falta a outra metade do plano.

Se a queixa se mantém para lá de duas ou três semanas, ou se volta sempre, vale a pena perceber porquê. É o que se faz numa avaliação.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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