Propósitos de janeiro: progredir sem parar em fevereiro

Rolo de espuma, tapete enrolado e garrafa de água numa sala de exercício iluminada

Em janeiro toda a gente começa. Em fevereiro quase toda a gente parou. Raramente por falta de vontade — normalmente porque o plano da primeira semana não era sustentável na quarta.

O plano tem de caber na semana que existe

Um plano de cinco sessões por semana desenhado para uma semana de férias falha na primeira semana de trabalho normal. Vale mais desenhar para a pior semana do mês: se três sessões curtas cabem sempre, três sessões curtas é o plano. O que se faz consistentemente vale mais do que o que se faz bem durante duas semanas.

Subir uma variável de cada vez

Volume, intensidade e frequência sobem, mas não ao mesmo tempo. Aumentar a distância e o ritmo na mesma semana é a receita para a queixa que aparece três semanas depois. A regra prática é simples: uma variável de cada vez, aumentos pequenos, e uma semana mais leve a cada quatro.

Sinais de que a dose foi excessiva

  • Dor que dura mais de 24 horas depois da sessão;
  • dor que aparece cada vez mais cedo dentro do exercício;
  • sono pior e cansaço que não passa com um dia de descanso;
  • desempenho a descer sessão após sessão, apesar do esforço.

Começar de onde se está

Quem tem uma queixa antiga, uma cirurgia no historial ou uma limitação conhecida não deve começar por um plano genérico. Não é uma questão de fragilidade — é que há um défice concreto que o plano genérico não vê e que o treino repetido acaba por expor. Uma avaliação inicial define o ponto de partida e o que precisa de trabalho à parte.

Se quer começar bem, comece por saber de onde parte: uma avaliação em fisioterapia demora uma consulta e evita meses de arranques falhados.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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