Quando a tontura vem do ouvido

Corredor claro de clínica com corrimão de madeira ao longo da parede

Há tonturas que assustam muito e se resolvem com relativa simplicidade — e outras que exigem semanas de treino. O primeiro passo é sempre o mesmo: distinguir de que tontura se está a falar.

As perguntas que separam os casos

  • É uma sensação de rotação, ou é desequilíbrio, ou é a cabeça leve?
  • Dura segundos, minutos, ou horas?
  • Aparece com mudanças de posição da cabeça — deitar, virar na cama, olhar para cima?
  • Vem acompanhada de alterações da audição, zumbido, dor de cabeça, ou sintomas neurológicos?

Estas respostas orientam mais do que qualquer exame isolado.

O que a fisioterapia vestibular faz

Duas coisas distintas. Quando a causa é o deslocamento de cristais no ouvido interno, o tratamento faz-se através de manobras de reposicionamento com sequência definida. Quando existe uma perda de função vestibular, o tratamento é reabilitação: exercícios de estabilização do olhar, de habituação ao movimento e de equilíbrio, repetidos ao longo de semanas.

Porque é que os exercícios provocam sintomas

Porque a compensação do sistema vestibular exige exposição controlada àquilo que provoca a tontura. Evitar completamente os movimentos que a desencadeiam mantém o problema. A dose certa é a que provoca sintomas ligeiros que passam em poucos minutos — não a que deixa a pessoa incapaz o resto do dia.

Sinais que pedem avaliação médica primeiro

Tontura de início súbito com dor de cabeça intensa, alterações da fala, da visão, da força ou da sensibilidade, perda de audição súbita, ou tontura depois de um traumatismo craniano são situações a avaliar antes de qualquer treino.

Mais sobre esta área na página da fisioterapia em reabilitação vestibular.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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