Respirar melhor: o que a fisioterapia respiratória treina

Janela aberta com cortina leve numa sala clara e arejada

Respirar é automático, o que faz parecer que não há nada a treinar. Há três coisas: a forma como se respira, a força dos músculos que o fazem, e a capacidade de limpar as vias aéreas quando é preciso.

A quem costuma dirigir-se

  • Doença respiratória crónica, em que a dificuldade limita a actividade diária;
  • situações com secreções que custam a mobilizar;
  • antes e depois de cirurgia torácica ou abdominal;
  • crianças com quadros respiratórios de repetição;
  • recuperação depois de internamentos prolongados.

O que se trabalha

Técnicas de higiene brônquica para mobilizar e eliminar secreções; padrão respiratório, porque muita gente respira com o tórax alto e com os músculos acessórios e paga em fadiga; treino dos músculos respiratórios; e — a parte que costuma surpreender — reentrada progressiva na actividade física, porque a falta de ar leva à inactividade e a inactividade agrava a falta de ar.

O ciclo de descondicionamento

É o mecanismo central de muitas destas situações. Custa a respirar, por isso anda-se menos; andando menos, a capacidade desce; com menos capacidade, o mesmo esforço custa mais. Quebrar este ciclo com exercício doseado é frequentemente o que mais muda o dia a dia — mais até do que qualquer técnica manual.

O que se leva para casa

Grande parte do trabalho é diário e é do próprio: técnicas de limpeza das vias aéreas para usar quando são precisas, exercícios respiratórios, e um plano de actividade que progride devagar. As sessões ensinam e ajustam; a repetição em casa é que produz o resultado.

Mais sobre esta área na página da fisioterapia respiratória. Nas crianças, o trabalho articula-se com a fisioterapia pediátrica.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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