Treino de força não tem idade

Halteres leves e faixas elásticas arrumados numa prateleira de madeira

A perda de massa e de força muscular com a idade não é um destino. É, em grande parte, uma consequência de fazer cada vez menos — e responde a treino em qualquer década da vida.

Porque é que a força interessa tanto

Porque é ela que sustenta as tarefas que definem a autonomia: levantar de uma cadeira, subir um lanço de escadas, carregar as compras, corrigir um desequilíbrio antes de ele se tornar uma queda. Quando a força desce abaixo de um certo ponto, essas tarefas passam a ser esforços máximos — e um esforço máximo tem pouca margem.

Não é preciso ginásio

  • Sentar e levantar de uma cadeira, repetidamente, é o exercício mais útil que existe;
  • elevar-se em bicos dos pés, com apoio de uma mão;
  • subir um degrau e descer, alternando a perna;
  • empurrar contra a parede, ou levantar um peso doméstico do chão para a bancada;
  • faixas elásticas, quando o peso do corpo já não chega para desafiar.

O que faz o treino funcionar

Duas coisas: que seja exigente e que aumente. Repetir sempre as mesmas dez repetições fáceis mantém o hábito e não muda a força. O esforço tem de estar perto do limite confortável, e a dificuldade tem de subir de tempos a tempos — mais repetições, mais séries, mais carga, ou menos apoio.

Quando convém começar acompanhado

Se há osteoporose diagnosticada, doença cardiovascular, próteses articulares, quedas recentes ou dor que limita, faz sentido que as primeiras semanas sejam orientadas — não para tornar o treino mais leve, mas para o tornar adequado e progressivo em vez de tímido.

Na Corpus Salut este trabalho faz-se na fisioterapia geriátrica, e mede-se: a plataforma Physiosensing permite acompanhar a transferência de carga e o equilíbrio com números.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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