
Caminhar é o exercício mais acessível que existe e o mais subestimado. Não precisa de inscrição, de equipamento nem de aprendizagem — precisa apenas de ser tratado como treino, com uma dose e uma progressão.
O ponto de partida não é um número redondo, é o que já anda hoje. Quem anda dez minutos por dia começa por quinze, não por uma hora. A regra é subir pouco e com frequência: um acréscimo semanal modesto mantém-se; um salto grande produz uma queixa no pé ou no joelho passadas duas semanas.
Uma de cada vez, nunca as três na mesma semana.
Caminhar é excelente para o sistema cardiovascular, para o humor e para a mobilidade, mas não é um estímulo de força suficiente para travar a perda de massa muscular com a idade. Duas sessões semanais de trabalho de força — em casa, com o peso do corpo, chegam para começar — completam o que a caminhada não faz.
Desconforto nas primeiras saídas é comum e passa. Dor que aparece sempre ao mesmo tempo de marcha, dor que obriga a coxear, ou dor que se mantém no dia seguinte merecem avaliação — normalmente é uma questão de dose, às vezes é uma questão de calçado, e por vezes é um problema que a caminhada só revelou.
Se caminha por indicação médica e não sabe a que ritmo deve progredir, isso define-se numa consulta de fisioterapia. E se o receio de cair é o que trava, escrevemos sobre isso em Quedas nos seniores…
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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