
O equilíbrio treina-se, como a força. E treina-se em qualquer idade — inclusive, e sobretudo, depois dos setenta. O que muda com a idade não é a capacidade de melhorar; é a margem de erro, e por isso a segurança faz parte do exercício.
Todo o trabalho de equilíbrio em casa faz-se junto a uma bancada, a uma cadeira pesada ou a um corrimão — algo estável e ao alcance da mão. O objectivo não é conseguir fazer sem apoio à primeira; é ter apoio disponível para poder arriscar um pouco em segurança.
Progride-se quando a posição actual já é confortável — não por calendário.
Muito do que se perde não é sentido de equilíbrio: é força para corrigir a tempo. Por isso o trabalho de equilíbrio anda sempre acompanhado de trabalho de força de pernas, e a progressão do sentar-levantar é dos melhores indicadores de que está a resultar.
Se houve quedas recentes, se há tonturas, se a marcha já é insegura ou se existe uma doença neurológica conhecida, o treino deve ser orientado desde o início. Nesses casos a avaliação também mede — a plataforma Physiosensing permite quantificar o tempo em equilíbrio e a transferência de carga em vez de os estimar a olho.
Falámos do medo de cair e do que ele provoca em Quedas nos seniores… O trabalho continuado faz-se na fisioterapia geriátrica.
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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