
Setembro tem sempre um pico de queixas de coluna e de ombro. Quase nenhuma vem de um acidente. Vêm de seis semanas em que a rotina desapareceu: o treino parou, as horas de carro aumentaram, e o corpo passou o mês a fazer coisas que não fazia há um ano.
Não é preciso levar um plano de treino de férias. Basta não deixar cair tudo: uma caminhada diária, nadar quando há onde, e manter alguma coisa de força — agachar, empurrar, puxar — duas vezes por semana, mesmo que curto. Em viagem, parar de duas em duas horas e andar cinco minutos faz mais diferença do que qualquer almofada de pescoço.
Uma mochila com as duas alças, ajustada de forma a ficar junto às costas e não pendurada, distribui melhor do que qualquer saco de ombro. Se leva peso a sério — em caminhada, por exemplo — vale a pena que fique alto e próximo do corpo. E trocar o lado, se tiver mesmo de ser um saco de ombro.
Regressar ao nível anterior leva menos tempo do que chegar lá da primeira vez, mas não é imediato. A regra prática é reentrar com cerca de metade do volume e subir ao longo de duas a três semanas. Quem entra em setembro exactamente onde parou em julho é quem aparece em outubro com uma tendinopatia.
Se a queixa já está instalada, não vale a pena esperar que o outono a leve. Uma avaliação cedo poupa semanas.
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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