Direcionado para patologias osteoarticulares, espondilite anquilosante, hipercifose, fibromialgia, artrose, entre outras.
- Sessões individuais,
- Classes de correção postural,
- Pilates clínico,
- Hidroterapia individual ou em grupo.
Movimento como tratamento da doença reumática
As doenças reumáticas atingem articulações, músculos, tendões e a coluna, e partilham um mesmo círculo vicioso: dói, por isso mexe-se menos; mexendo-se menos, perde-se amplitude e força; com menos amplitude e força, dói mais. A fisioterapia entra exatamente aí, para quebrar esse círculo com uma dose de movimento calculada — suficiente para produzir ganhos, moderada o bastante para não agravar a inflamação.
Quando está indicada
Para além das patologias indicadas acima, o acompanhamento é procurado por quem tem rigidez matinal prolongada, dor articular persistente, perda de amplitude, dor generalizada com cansaço e sono não reparador, ou dificuldade progressiva em tarefas simples como abrir um frasco, apertar botões ou subir escadas.
Como trabalhamos
As modalidades acima combinam-se conforme o quadro e a fase da doença. As sessões individuais tratam a articulação ou o segmento mais sintomático; as classes de correção postural e o Pilates clínico trabalham controlo motor, estabilidade e resistência com carga baixa e supervisão; a hidroterapia, individual ou em grupo, permite mover em descarga o que em terra ainda dói — razão pela qual é tantas vezes o primeiro passo. Nas fases de agudização reduzimos a carga e privilegiamos o alívio sintomático e a manutenção da amplitude.
O que esperar
Numa doença crónica o critério de sucesso é a função e não a ausência total de sintomas: dormir melhor, andar mais tempo, precisar de menos ajuda. O plano é revisto periodicamente e articulado com o reumatologista ou com o médico assistente sempre que a evolução o justifica. A fisioterapia não substitui a terapêutica farmacológica prescrita.