Pilates clínico: um nome muito usado, um método concreto

Colchões de Pilates enrolados e círculo de resistência arrumados numa sala clara

“Pilates” tornou-se um nome tão usado que já quase não descreve nada. Vale a pena separar o que se faz numa aula de grupo, que é exercício e é bom, do que se faz num contexto clínico, que é outra coisa.

O que o método traz

Controlo do movimento, trabalho da musculatura profunda do tronco, coordenação com a respiração, e progressão através de amplitude e de alavanca em vez de carga externa. É um vocabulário de exercício particularmente útil quando o problema é de controlo e não de força bruta.

O que “clínico” acrescenta

Acrescenta três coisas. Primeiro, uma avaliação individual antes de qualquer exercício. Segundo, a selecção e a adaptação dos exercícios ao problema concreto — há reportório que está contra-indicado em certas situações de coluna, por exemplo. Terceiro, a reavaliação: o plano muda conforme o que acontece.

Para quem costuma fazer sentido

  • Queixas de coluna recorrentes, sobretudo em quem passa o dia sentado;
  • fases intermédias de reabilitação, quando já se pode carregar mas ainda não se pode tudo;
  • quem quer manter actividade regular com uma limitação conhecida;
  • quem tem dificuldade em perceber o que o próprio corpo está a fazer durante o movimento.

E para quem não substitui nada

Pilates clínico não substitui trabalho de força quando é força que falta, nem trabalho cardiovascular, nem o tratamento de uma lesão aguda. É uma peça, e funciona melhor quando é escolhida por alguma razão em concreto.

Na Corpus Salut o Pilates clínico integra-se no plano de fisioterapia ortopédica quando a avaliação o justifica.

Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.

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