
Pintores, electricistas, cabeleireiros, quem arruma prateleiras e quem nada: profissões e actividades diferentes com a mesma exigência — o braço acima da linha do ombro, muitas horas, muitos dias.
É a articulação mais móvel do corpo e paga essa mobilidade em estabilidade. Quem a garante são os músculos à volta, e em particular os que mantêm a cabeça do úmero centrada enquanto o braço sobe. Quando esses músculos se cansam, o ombro continua a mover-se — mas mal, e a queixa aparece.
Levantar o braço até acima da cabeça não é só o ombro: a omoplata tem de rodar e deslizar sobre a grelha costal para acompanhar. Quando não o faz — por rigidez da coluna dorsal, por fadiga, ou por hábito — o ombro tem de forçar o que falta. É por isso que grande parte do trabalho se faz longe do sítio onde dói.
Alívio da dor no início, para permitir mover; depois recuperação de amplitude e, sobretudo, reforço progressivo — o ombro melhora com carga bem doseada, não com repouso. E, em paralelo, a análise do gesto de trabalho: altura, distância ao corpo, alternância de tarefas, pausas. Sem isso, trata-se a queixa e mantém-se a causa.
Estas situações entram habitualmente pela fisioterapia ortopédica; quando o contexto é claramente laboral, articulam-se com a fisioterapia anti-stress laboral.
Se alguma destas situações lhe é familiar, o primeiro passo é uma avaliação. Ligue 256 508 181 ou 918 508 105, ou escreva-nos.
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